Quais são os cuidados ginecológicos para pessoas LGBTQIA+

Estudos apontam que mulheres que praticam sexo com mulheres vão menos ao ginecologista. Por isso, o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, entendendo os riscos e a necessidade de cuidado, ressalta a importância de todas as mulheres consultarem com ginecologistas, bem como manterem os exames em dia.

O Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes é médico urologista, mestre e doutor na área. O profissional urologista cuida da saúde sexual masculina, bem como doenças no trato urinário de homens e mulheres. Contudo, percebendo a baixa incidência de cuidados ginecológicos por parte das mulheres lésbicas e bissexuais, recomenda a realização de consultas e exames a fim de promover o autocuidado e saúde.

De acordo com o relatório Atenção Integral à Saúde das Mulheres Lésbicas e Bissexuais, apenas 47% das de mulheres que fazem sexo com mulheres (MSM) realizam as consultas anuais. Dessa maneira, preocupado com a saúde de mulheres lésbicas e bissexuais, o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes aborda o tema a título de informação.

O médico co-autor do livro Urologia Minimamente Invasiva, Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes, aponta que os exames e consultas para mulheres que praticam o sexo sáfico dem ser realizados da mesma forma, de maneira preventiva e consciente, como exames preventivos e papanicolau.

Além disso, o médico Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes denuncia a conduta de alguns médicos ginecologistas. O Dr relata histórias de mulheres lesbicas e bissexuais que narram suas traumaticas experiencias em consultorios, pois, ao mencionarem a orientação sexual, os medicos passavam a descartar os exames, uma vez que não praticam sexo heteronormativo.

“A orientação heteronormativa para médicos dificulta que tenham um olhar mais apurado quanto a essas questões, por isso, mulheres lésbicas e bissexuais, assim como homens trans, necessitam de exames preventivos, uma vez que a transmissão de infecções sexualmente transmissíveis não ocorrem apenas em razão do ato da penetração”, afirma o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes.

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