Compulsão por compras na infância: como driblar?

Márcio Alaor de Araújo
Márcio Alaor de Araújo

Se você também acha estranho a compulsão por compras na infância, esse post é para você. Márcio Alaor de Araújo acredita que há muitos meios de evitar que crianças se tornem pessoas consumistas, mas isso já é uma realidade no Brasil e, por essa razão, o empresário sugere alguns conselhos para que os adultos consigam driblar esses casos.

Há algumas normas que protegem as crianças da publicidade infantil, de modo a evitar que as mesmas sejam persuadidas. No entanto, como muitas outras normas não são respeitadas no Brasil, as que asseguram crianças também são violadas, como é o caso das restrições direcionadas à publicidade infantil.

Pensando nisso, o empresário Márcio Alaor de Araújo listou algumas práticas para ajudar crianças e pais a desacelerar essa compulsão por compras infantil que já é uma realidade forte no Brasil, uma vez que isso implica não somente no comportamento das crianças, como nas finanças de seus pais.

  1. Driblando padrões sociais

Não é novidade que muitas crianças sofrem, de outras crianças, bullying na escola, seja por não usarem a mochila ou o tênis do momento, seja por não terem o brinquedo da moda. De certo modo, tudo isso é inspirado puramente por outros adultos e pela publicidade, sendo assim, o empresário aconselha que seja ensinado às crianças que não tenham essa competitividade, mostrando a elas que o valor de alguém vai muito além de bens materiais.

  1. Diminuindo o acesso e tempo às telas

Sabe-se que o século XXI é o século da tecnologia, no entanto, embora seja benéfico ter contato com a mesma ainda na infância, é importante que esse acesso seja não somente controlado, como dosado. Isso é, para Márcio Alaor de Araújo, é necessário que elas tenham horários para usarem celular e assistirem à televisão, mas ainda, que seja controlado o que elas acessam e assistem.

  1. Valorando o tempo com a família 

Por fim, mas não menos importante, o empresário acredita que é importante investir tempo com a família, para que a criança entenda que há outras maneiras de se entreter.  Nesse sentido, sentirá menos falta das telas e inspirará na feitura de coisas mais simples, o que vai implicar diretamente, também, na economia da família.

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