Jornalismo: experiência da Rede Nordeste em debate no SJCC

É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.

Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.

Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige técnicas e recursos específicos.

É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados. Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.

Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.

É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.

Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.

É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um fato ou notícia.

Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.

Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do entrevistado reproduzida entre aspas.

Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

O Jornal do Commercio promove, nesta terça-feira (29), no auditório do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), em Santo Amaro, Centro do Recife, o evento Marcas Além do Papel – A experiência da Rede Nordeste, projeto que também inclui os jornais O Povo, do Ceará, e Correio, da Bahia. O encontro vai reunir representantes dos veículos, estudantes, pesquisadores e profissionais de comunicação para discutir a forma como o conteúdo que nasce dessas três marcas está se reinventando.

“A ideia é compartilhar o que essas três marcas tradicionais do Nordeste, oriundas do jornal impresso, têm feito de importante para ir além do que é produzir conteúdo em papel. Hoje, elas trabalham na produção de conteúdo extremamente multiplataforma”, explica o diretor de redação Laurindo Ferreira, que levará o exemplo do JC ao debate.A editora-chefe Linda Bezerra representará o Correio. “A comunicação passa por uma transformação, e esses três jornais têm experiências distintas e vão mostrar de que modo estão atravessando esse deserto de mudanças”, afirma.O diretor-executivo de redação Erick Guimarães trará a experiência do jornal O Povo. “Devemos pensar na plataforma do jornalismo e em que medida podemos nos aproximar das pessoas e que esforços essas marcas têm feito para se aproximar cada vez mais de seus leitores”, disse.

O articulista do JC e coordenador do Programa de Pós-graduação em Indústrias Criativas da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Juliano Domingues, completa a lista de debatedores. “O público pode esperar uma boa conversa sobre as mudanças na área da comunicação e das tecnologias a ela associadas. Essas transformações impactaram vários aspectos das nossas vidas, desde a maneira como escutamos música, nos relacionamos com amigos e parentes e, claro, como consumimos notícia.”

Os interessados podem se inscrever, gratuitamente, pelo site ou pelo e-mail [email protected] O encontro ocorre das 9h às 12h, com credenciamento entre 8h e 9h. O SJCC está localizado na Rua Capitão Lima, 250.

Desde maio de 2018, JC, O Povo e Correio estão em compartilhamento constante de conteúdo para oferecer um panorama ainda mais abrangente do Nordeste.

São compartilhadas notícias locais do dia a dia dos Estados, de cultura, economia, política e esportes produzidas pelas equipes nas redações do Recife, de Salvador e de Fortaleza. Juntos, os três veículos reúnem cerca de 90 mil assinantes, contam quase 80 milhões de acessos mensais em seus portais e mantêm milhões de seguidores nas redes sociais.

“É um projeto onde compartilham seus conteúdos três marcas importantes do jornalismo nordestino. É um projeto inovador e de força jornalística em tempos fake news. Para esse grupo, a melhor vacina contra notícia falsa é jornalismo de credibilidade”, pontuou o diretor de Redação do JC, na época em que o projeto foi lançado.

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