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As publicações, feitas por aproximadamente 25 contas, identificadas pela empresa de inteligência de redes sociais Storyful, pareciam ter como alvo os usuários da TikTok como parte de uma nova demonstração de força —e possível ferramenta de recrutamento— quando as tropas americanas se retiram da Síria. 

“Esse método cativante de cantar junto para propagar a ideologia do EI faz com que ele se espalhe rapidamente e permaneça na memória coletiva. Tende a ser muito mais eficaz do que sermões ou debates e tratados teológicos.”

O conteúdo extremista marca um novo desafio para a TikTok. O aplicativo, de propriedade da Bytedance Ltd., com sede em Pequim, apresenta videoclipes que começaram a ganhar popularidade nos Estados Unidos em 2018 e foram adotados por adolescentes. 

Para manter sua cultura de diversão e alegria, a TikTok investiu em algoritmos avançados que podem detectar muitos tipos de conteúdo prejudicial. 

Elas usaram músicas do EI, bandeiras e referências à mídia oficial do grupo, a Agência Amaq. Algumas tinham mais de mil seguidores. 

“Se o nosso primeiro lutador foi morto, o último lutador cuidará de tudo. Vocês verão.” ​

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